outubro 26, 2008

- Eu te vejo.
- Eu estou aqui.

outubro 23, 2008

Liberte-se | Expresse-se



Submerso em pensamentos
Continuo a mergulhar
Peço desculpas
Me desculpo,
mas, sei lá

Só sei que não sei
E o que não sei
É porque não preciso saber
Rezo para que um dia
a sabedoria possa me mostrar

Com uma memória de elefante
e um casaco de pele e osso
Prossigo na fronteira
Entre a poluição e o esgoto
A fé
A razão
O engodo

Não me ajude nem me julgue
Por isso nada digo sobre seus malditos vícios
Largue o cigarro, faça exercícios
Coma menos, beba com moderação
E faça exames preventivos
Mas antes de mais nada,
o que seu cérebro mandar!

Lunáticos hipnotizados
Dentro de cápsulas metalizadas
Ou em quartos separados da casa

Feche os olhos,
o que você vê?
Sem você nada disso existiria!

Todos os poemas aqui são by Adon. Direitos reservados, então fica deboa.
E critica ai, mete a boca memo! Pra bom ou pra ruim eu quero ler.

outubro 20, 2008

um qualquer

e Qualquer coisa pode criticar, viu? Fica a vontade.


Qualquer barulho eu acho que é meu celular
Qualquer celular eu acho que é você
Qualquer você eu penso que posso esquecer
mas o momento de você é que eu quero que faça barulho

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Qualquer momento é aquele que eu quero
Qualquer aquele me faz aceitar
nem sempre, é o que eu espero
Qualquer aceitar é clichê chiclete
Debaixo do chuveiro
não quero mais pensar

Qualquer pensar me deixa assim
Qualquer assim é motivo de lembrar
Qualquer lembrar é semente de tortura,
muda cresce dentro de mim

Eu corto a água
Podo os galhos
A raiz é profunda
e você sabe, qualquer profunda eu me identifico

Eu luto, eu brigo
E qualquer briga fica a pergunta
Briga contra quem?
E qualquer quem não sei mais quem eu sou
Qualquer ser parece você

Qualquer comparação é desleal, eu sei
Qualquer qualquer é alguma qualquer por ai
Qualquer por ai me faz sentir
Que seja como for qualquer sempre virá
e pro momento vai servir
Para criar qualquer barulho dentro de mim
E me tirar dessa paranóia do celular
Alguém ai parecido?

outubro 14, 2008

Pensamentos Vadios...

Eu comecei escrevendo qualquer coisa para não ter que assistir alguma aula sem sentido na escola. Escrevi um poema de 4 folhas sobre o amor, mas esqueci na escola. O que eu lembro é só essa parte:
Todos pensam que o amor é lindo
Que o amor é borboleta
Mas o amor não é nada mais que sofrer sorrindo.

Escrevo porque senão não seria escrito.


Só vejo Roxo

Eu gosto de escutar barulhos
que ninguém presta atenção

Eu gosto de sentir
o que não tem sentido

Beber o sólido
e fumar o líquido

Entre os iguais
o esquisito

Entre os demais
mais um livro sendo escrito

Entre os outros quais
Imateriais
chamados espíritos

Eu gosto de amar
mas o medo me faz inventar paixões

Mitos de leões subnutridos
Os mais fortes sucumbidos
Mas nem precisa me explicar

Eu gosto de dançar músicas que só eu escuto
Chorar de rir
Me divertir quando estou de luto

Porque pra mim
Só coisas sem fim
São as únicas com que devo me ocupar

Então devo me humilhar
ou me escutar?
Só vejo roxo

outubro 13, 2008

Eu sei pra que vim.
Esse segundo se chama


Dignidade Emocional


É que ouvir o seu cheiro
e cheirar sua voz
Delirar com seus anseios
vendo o gosto do seus póros
É surreal

Não existe castigo que não
Tenha partido só do algoz
A vítima assina o pedido
Mesmo que se faça de ferido
Logo após

Sim, estou falando de mim
Existe algo estranho que me puxa à você
Queima, crer
É tortura, eu sou louco
mas esse é o nosso hospício particular

Ditadura das vontades desejosas é pouco
Desenvolvimento irracional
de um pensamento animal
De alienar

Se alguém consegue explicar
Não é com palavras
Nem conexões sinápticas

Um dia eu tento falar tudo antes de escrever
Tipo: "eu amo a sua cara amassada"
- Saudades das suas patadas
- Do meu ridículo conto de fadas
Pelo qual tive que passar

Mas a gente muda
Vezes se fala
Outras se escuta
O melhor ponto de vista
é aquele que seja o que for diz,
NÃO SE PREOCUPA!

outubro 12, 2008

Primeiro degrau...

Blog criado com a intenção de colocar em condição de crítica meus fonemas ordenados.
Portanto critiquem.
Começo com



Força e Coragem

Você não tem coragem
Toma um pouco emprestada
Vivendo presa pelo medo
Trancafiada dentro do espelho
Eu agradeço e não aceito de nada

Sim eu escolhi, me iludi
Mas não diga que não deu razões
Que não se declarou
Que mentiu e não se entregou
Até se utilizou de chavões
Eu bem sei

Você deveria saber o que é gostar para poder falar
Falta de respeito, pois pelo jeito
A fila é extensa e fico feliz em ter sido o primeiro

Agora presta atenção
A palavra é pesada e meu olhar diz tudo
A gente aprende melhor na porrada
Por isso agora uso armadura e escudo

Na rua da amargura em qualquer número
Sou atropelado pelo burro do cupido
Trazendo uma encomenda que eu mesmo pedi
Cem rosas roxas murchas pra mim queimar
E nas cinzas cuspir